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Bolsonaro veta campanha do Banco do Brasil com marxismo cultural



O presidente Jair Bolsonaro derrubou uma campanha publicitária já pronta do Banco do Brasil marcada por personagens homossexual, negros e jovens tatuados usando anéis e cabelos compridos. No ar desde o início de abril, a propaganda foi suspensa no último dia 14 depois que o presidente assistiu ao filme. 

O comercial era dirigido à população jovem. O diretor de Comunicação e Marketing do banco, Delano Valentim, acabou exonerado.  Pessoas que acompanharam as discussões, no entanto, afirmam que o presidente do Banco do Brasil não tinha visto a campanha até a ligação de Bolsonaro. 


VISÃO MARXISTA PUBLICITÁRIA

Desde que Novaes assumiu o comando do Banco do Brasil, delegou às suas equipes de marketing e de tecnologia um plano para atrair jovens, com o argumento de uma linguagem "mais moderna", na visão marxista e de esquerda, o que conflitou com os valores do presidente Bolsonaro e de seus eleitores de maioria cristã e conservadora.

O presidente inclusive diz que lutará contra o marxismo cultural nas escolas e universidades, implantado nos últimos 30 anos pela esquerda, e que tem formado profissionais das mais diversas áreas, desde juízes a publicitários, com a visão deturpada de valores sociais, morais e familiares e que levam para dentro de instituições públicas e particulares, o partidarismo e militância esquerdista, inclusive de profissionais coniventes com a corrupção política, o que tem prejudicado o crescimento do país.



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