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134 vagas do programa Mais Médicos estão abertas no Maranhão


134 vagas do programa Mais Médicos estão abertas no Maranhão

Um novo edital do programa Mais Médicos foi aberto e, segundo a lista de municípios priorizados divulgada pelo Ministério da Saúde, 66 municípios maranhenses devem receber novos profissionais, que vão atuar nas áreas mais vulneráveis do Brasil. No total, 134 médicos serão contratados para trabalhar em municípios do interior do estado. A assistência na Atenção Primária será reforçada nesta nova etapa do Programa Mais Médicos.
Entre os municípios contemplados, estão Caxias com 11 vagas, Codó com 10 e Carolina com 6. O contrato é de 36 meses, e as atividades incluem oito horas acadêmicas teóricas e 32 horas em unidades básicas de saúde.

Podem se inscrever médicos brasileiros que possuem registro no CRM do Brasil ou com diploma revalidado no país. Ao fazer a inscrição, o candidato poderá escolher o município que pretende atuar. O edital é o segundo lançado pela pasta desde a saída de Cuba do programa, anunciada em novembro de 2018. O primeiro foi aberto ainda em novembro do ano passado para preencher as 8.517 vagas deixadas pelos cubanos no programa. No total, 7.120 vagas foram preenchidas por brasileiros formados no Brasil. Na segunda fase, lançada em dezembro, as vagas remanescentes foram oferecidas a médicos formados no exterior.

No Brasil, cerca de 2 mil vagas foram disponibilizadas, abrindo oportunidade para aproximadamente 790 municípios com altos índices de vulnerabilidade, com populações de áreas historicamente com maiores dificuldades de acesso – a exemplo das ribeirinhas, fluviais, quilombolas e indígenas –, e que dependem do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Apesar das novas vagas, o Maranhão segue sendo o estado brasileiro com menor densidade de médicos por habitantes, menos de um para mil pessoas. Os dados estão disponíveis na pesquisa Demografia Médica 2018, feita pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com o patrocínio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CRM-SP).
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