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Desmatamento na Amazônia atinge área correspondente a duas Belo Horizonte em junho


Os dados acumulados de 2019 são os piores desde 2016


O desmatamento na Amazônia saltou 60% em junho, comparado com o mesmo mês do ano passado. Foram 762,3 quilômetros quadrados extraídos da vegetação — duas vezes a área de Belo Horizonte —, segundo medições oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Os dados acumulados de 2019 são os piores desde 2016, segundo reportagem de O Globo.



Os números levam em conta desmatamentos com solo exposto, com vegetação remanescente e derrubadas resultantes de atividades ligadas à mineração, metodologia adotada e analisada pelo Observatório do Clima. 

O cenário coloca em risco as metas do Brasil para o Acordo de Paris , assinado em 2015. No documento, o país se compromete a zerar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030.

O Inpe usa dois sistemas para monitorar o desmatamento. O instituto tem o Prodes, com maior resolução e anual, que oferece um cenário preciso. E o Deter, mensal, que só detecta áreas maiores e não ocultas por nuvens comuns na Amazônia, mas que é considerado uma ferramenta importante para a fiscalização. Os dados divulgados agora são do Deter. O Inpe usa em suas análises satélites internacionais qualificados, como, por exemplo, os do sistema Landsat. 








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